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Aprenda a ler o rótulo dos alimentos.

13/08/2019

Habituar-se a priorizar o consumo de alimentos considerados saudáveis, como verduras, frutas, proteínas ou grãos integrais é essencial para viver bem e todo mundo sabe disso. Mas, infelizmente, nem só de comida natural vive o ser humano. Por isso, de acordo com a nutricionista do hospital Sírio-Libanês, Paula Hertel, mais importante do que atentar-se à tabela nutricional de um produto, é conhecer os ingredientes básicos que o compõem. “Elementos com nomes que não reconhecemos são, normalmente, aditivos químicos e não fazem bem ao organismo”, explica. Exemplos disso são adoçantes diversos, conservantes, como o ‘propionato’, ou corantes – às vezes identificados como INS.

Lista de ingredientes
Apresentada em ordem decrescente – ou seja, o primeiro item é o que está em maior quantidade no produto, e, o último, em menor – a lista de ingredientes aponta se um produto é ou não considerado saudável. Quanto mais extensa, mais aditivos químicos contém. “Qualquer embalagem com muitos ingredientes já demonstra grande quantidade de aditivos químicos, justamente para que o alimento seja conservado”, aponta Paula.

A nutricionista explica, ainda, que é preciso sempre verificar as informações destacadas nas embalagens, pois, às vezes, podem estar um tanto destorcidas. “A exemplo de embalagem cujo rótulo contém a palavra ‘integral’, mas, entre os ingredientes, há mais farinha branca do que qualquer outro componente”, ensina.

Os rótulos são essenciais na relação entre produtos e consumidores e, por isso, tudo o que estiver descrito neles deve estar claro – de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Informações como origem do produto, data de validade, valor nutricional, lote de fabricação, além de, claro, ingredientes, são obrigatórias por lei. Alergênicos, como peixes, soja, trigo, amendoim e ovo, além do acrescimento de transgênicos – componentes geneticamente modificados -, identificado pelo triângulo amarelo com a letra “T”, também devem estar contidos na embalagem.

A ideia é conseguir priorizar alimentos mais naturais possíveis, a exemplo de um iogurte que, necessita de, no máximo, três ingredientes: leite, fermento lácteo e uma fruta de preferência.