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Como fazer reeducação alimentar sem sacrifícios

24/06/2019

Se você é do time que associa reeducação alimentar a se privar de um monte de coisas que gosta, essa leitura vai fazer você entender que não é bem assim: é muito mais sobre mudanças de hábitos do que sacrifícios. Além de ser um caminho mais seguro para evitar doenças crônicas e manter o bom funcionamento do organismo do que as dietas da moda, a reeducação alimentar ainda ajuda a reduzir e manter o peso. Saiba como fazer reeducação alimentar com a mudança de alguns hábitos do seu dia-a-dia.

Dietas da moda ou reeducação alimentar?

As dietas da moda, geralmente, propõem a restrição de algum grupo de alimento e isso pode causar danos ao organismo:

  • Diminuição do rendimento físico;
  • Deficiências nutricionais;
  • Desidratação;
  • Estresse;
  • Formação de cálculos renais, no caso de excesso de proteínas;

Além disso, algumas dessas dietas proporcionam uma perda de peso rápida, mas passageira. Assim que a pessoa volta a se alimentar “normalmente”, ganha os quilos perdidos ou até mais alguns, isso porque a restrição de nutrientes pode interferir na produção de hormônios que regulam o apetite. Como resultado está a redução do metabolismo e a vontade de comer alimentos que forneçam glicose rápida, como doces.

Outro problema das dietas restritivas, quando feitas sem prescrição médica, é o aumento do consumo de alguns grupos de alimentos. Por exemplo, quando cortamos o carboidrato, tendemos a ingerir mais gorduras de origem animal, o que, em excesso, pode aumentar o colesterol.

Como fazer a reeducação alimentar?

Pense na quantidade e qualidade dos alimentos – antes de comer o que oferecem para você ou o que acabou de sentir vontade, pense em quais nutrientes esse alimento contém. Quanto mais industrializado, maiores as chances de ter açúcares, gorduras e corantes e muito pouca fibra, proteína, vitaminas e sais minerais.

Estabeleça os melhores horários para as refeições – considere que o ideal é comer de cinco a seis vezes ao dia, sendo três refeições principais e dois lanches nos intervalos.

Mastigue bem os alimentos – sabia que a mastigação é a primeira etapa da digestão? Além de beneficiar o funcionamento do aparelho digestivo, mastigar cerca de 30 vezes com intervalos entre as garfadas, ajuda a comer menos e ter menos fome. Isso porque o cérebro começa a reconhecer a saciedade 15 minutos depois da primeira garfada.

Tenha o hábito de conhecer os alimentos – pesquise sobre os grupos alimentares e as quantidades de nutrientes dos alimentos que você costuma consumir. Assim, fica mais fácil fazer escolhas conscientes.

Experimente novos sabores – inclua no seu cardápio opções que você nunca provou e alimentos preparados de forma diferente.

Não foque em cumprir as metas em apenas uma refeição – se você exagerou no café da manhã, por exemplo, pegue um pouco mais leve no almoço. Além disso, costume preparar o prato com tudo o que você vai comer, assim é fácil controlar a quantidade ingerida em cada refeição. Procure dividir seu prato do almoço em: 1/4 do prato com carboidrato, 1/4 com alguma proteína e 1/2 com verduras e legumes.

Evite líquidos durante as refeições – deixe a bebida para uma hora ou quarenta minutos antes ou depois. As refeições foram feitas para mastigar.

Aposte em alimentos funcionais – as fibras, por exemplo, aumentam a sensação de saciedade. As frutas ajudam a matar a vontade de comer doces e são ricas em vitaminas. Fitoquímicos como o morango, o alho e óleos vegetais ajudam o sistema imunológico.