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No Dia Mundial da Alimentação, a perspectiva de inovação em tecnologia de alimentos

04/11/2020

Alimentar-se de maneira saudável é essencial para uma vida com qualidade, duradoura e longe de doenças. O Dia Mundial da Alimentação foi criado para incentivar e celebrar a possibilidade de uma vida regida pela alimentação adequada, com todos os nutrientes necessários dentro do contexto biológico e cultural de cada pessoa. Levando em conta que uma alimentação saudável preza por qualidade, quantidade e variedade e que deve ser acessível para a população, a tecnologia da alimentação surge como forma de inovar as práticas produtivas.

O que é a tecnologia de alimentos?

A ciência estuda técnicas e princípios envolvidos durante o processamento e conservação de substâncias alimentícias. Além de ajudar na fabricação de produtos alimentícios de maneira inovadora, a tecnologia dos alimentos busca formas de mantê-los seguros, saudáveis ​​e nutritivos – resistentes a danos naturais, como bactérias e outros microrganismos. Seus principais objetivos são:

  • Facilitar a produção;
  • Aumentar a produção;
  • Tornar o uso de recursos naturais eficientes;
  • Diminuir o desperdício;
  • Manter a segurança dos alimentos.

Atuante em diversas áreas do ramo alimentício, como laticínios, peixes, frutas e vegetais, carnes e aves, confeitaria e grãos, esse tipo de inovação se pauta hoje também na conveniência para trabalhadores e na substituição de métodos de cultivo de alimentos que prejudicam o meio ambiente.

Atenção: É um avanço gradual para a sociedade descobrir métodos de conservação e manutenção dos nutrientes da comida. No entanto, é preciso ter em mente que alimentos ultraprocessados também possuem desvantagens para o organismo em relação a alimentos frescos, como frutas e vegetais.

3 tendências que guiam agora a tecnologia de alimentos

As indústrias de processamento de alimentos estão envolvidas em projetos como:

  1. Clean meat: produzida inteiramente em laboratório, esse tipo de carne é cultivada in vitro, a partir de células tronco coletadas de um animal através de biópsia. Por não precisar dos grandes pastos da agropecuária e da reprodução desenfreada de animais para consumo humano, este método brilha aos olhos da indústria alimentícia como uma ferramenta sustentável para o consumo de carne. Com ele, menos espaços seriam desmatados e menos gases poluentes seriam emitidos.
  2. Impressora 3D para alimentos: a tecnologia funcionará conforme a máquina é programada antecipadamente – criando o produto final camada por camada. Esta solução oferece possibilidades infinitas para a forma, textura, composição e, finalmente, o sabor de produtos alimentícios no futuro. A ideia é que essa tecnologia de alimentos reduza o desperdício produzido na culinária convencional e possa ser usada para cultivo de alimentos saudáveis, redefinindo a forma como reproduzimos receitas.
  3. Agricultura vertical: assim como nos jardins verticais que preenchem as laterais de edifícios, as plantações de frutas e vegetais se dariam em todos os andares de um prédio, inclusive no terraço. É isso o que estudam pesquisadores que buscam um protótipo para essa ideia ser colocada em prática. Nesse modelo, além do espaço físico no solo ser minimizado, a agricultura durante todo o ano se torna possível e os agroquímicos são eliminados.

O que se descobriu até agora é que essas “fazendas verticais” geralmente se enquadram em uma das seguintes categorias: hidroponia, em que as plantas são cultivadas em uma bacia de água enriquecida com nutrientes; ou aeroponia, em que as raízes são expostas e pulverizadas e enriquecidas com nutrientes. Nenhum desses dois métodos requer solo, apenas iluminação – que pode ser incorporada artificialmente, a menos que haja luz solar em abundância.